Ciência

Neuroteologia Revela os Benefícios da Meditação e da Oração

Orações Para Dinheiro e Prosperidade: E-book em formato PDF com 170 páginas contém apenas orações incrivelmente poderosas para dinheiro, abundância e descobertas financeiras. Clique Aqui e Confira!

A neuroteologia é um novo ramo da ciência que promete descobertas interessantes.

Desenvolvido graças às mais recentes tecnologias, que permitem explorar a atividade do cérebro em pleno funcionamento, a neuroteologia demonstrou, por exemplo, que a meditação e a oração podem modificar a estrutura do cérebro.

O psicólogo Charles Zeiders publicou na revista The Global Spiral um artigo em que revê a história da neuroteologia e prevê um futuro promissor: esta ciência demonstrará que a meditação e a oração melhoram a capacidade do cérebro de se opor aos processos de doenças ou que poderia reverter a degradação do cérebro, típica da idade.

Por Yaiza Martínez.

O psicólogo Charles Zeiders, diretor clínico dos Conselheiros Cristãos de Aconselhamento e Terapia dos Estados Unidos, explica em um artigo publicado na revista The Global Spiral, do Instituto Metanexus, o que é neuroteologia, também conhecida como bioteologia ou neurociência espiritual.

A neuroteologia, escreve Zeiders, é uma nova ciência que explora como os estados do cérebro e do sistema nervoso podem criar ou se relacionar com a experiência da experiência religiosa.

Essas explorações foram possíveis graças às novas tecnologias, e estão ajudando os pensadores interdisciplinares a desenvolver uma teologia baseada na ciência, o que nos permite compreender, por exemplo, a relação entre fé e saúde.

Fé e Benefícios

A origem da neuroteologia encontra-se nos trabalhos de Herbert Benson, cardiologista da Harvard Medical School, que estudou minuciosamente o papel que o sistema nervoso autônomo desempenha no processo da doença humana.

Benson estabeleceu que o sistema de resposta ao estresse afeta todo o sistema nervoso. Além disso, ele fez outra descoberta interessante: aquela meditação com mantras ajuda a relaxar o sistema nervoso, baixar a pressão sanguínea, melhorar a saúde do coração, prolongar a vida, dar felicidade e gerar a sensação de estar mais próximo de uma entidade transcendente, entre outras vantagens.

Após anos de pesquisa, Benson descobriu, por outro lado, que as pessoas que praticavam a meditação como uma forma de oração tendiam a ter mais saúde do que aquelas que a praticavam como mero veículo para obter benefícios fisiológicos e físicos, explica Zeiders.

Crença em Deus enquanto estimula o sistema nervoso parassimpático (que faz parte do sistema nervoso autônomo) por meio da meditação baseada na fé, significava maiores benefícios para a mente e para o corpo do que a meditação médica ou agnóstica, disse Benson.

Outros estudos subsequentes também se concentraram em analisar a relação entre oração e saúde.

Neuroteologia e Tecnologia

O curso da neuroteologia foi determinado pelos avanços tecnológicos mais recentes, diz Zeiders. As tecnologias expandiram a capacidade humana de estudar como o cérebro responde a experiências e atitudes religiosas.

Em 2001, por exemplo, os cientistas Newberg, D’Aquili e Rouse escreveram um livro sobre os resultados do exame de neuroimagem do cérebro de monges tibetanos e franciscanos.

Com eles, os pesquisadores descobriram que, no topo da oração, ambos os grupos de meditadores experimentaram um aumento no fluido sanguíneo nos lobos frontais do cérebro e uma diminuição no fluxo sanguíneo nos lobos parietais.

Por outro lado, durante uma experiência de transcendência, os cérebros dos monges mostraram um alto grau de fluxo sanguíneo nas áreas do cérebro relacionadas à atenção, mas um baixo grau de fluidos nas áreas neuronais que conectam a mente com o corpo.

Este método de estudar a experiência religiosa permitiu-os compreender estados subjetivos de consciência através da atividade cerebral.

Portanto, eles conectaram a experiência espiritual com a neurologia.

Novas Direções de Pesquisa

De acordo com Zeiders, estudos realizados nos últimos anos pela pesquisadora Sara Lazar, do departamento de psiquiatria da Universidade de Harvard, podem indicar o tipo de descobertas que podem ser esperadas da neuroteologia nos próximos anos.

Lazar e seus colaboradores analisaram com a tomografia de ressonância magnética (RM), técnica que utiliza o fenômeno da ressonância magnética para obter informações sobre a estrutura e composição do cérebro, os budistas que praticaram a meditação vipassana, que consiste em uma técnica de autodiscernimento baseado na observação da mente e da matéria.

Assim, eles foram capazes de relacionar a prática deste tipo de meditação com um aumento na espessura cortical do cérebro.

Por outro lado, tem sido demonstrado, com procedimentos semelhantes, que as pessoas que praticam outras técnicas de meditação têm uma crosta mais espessa do que as que não praticam.

Estudos futuros podem mostrar que vários tipos de meditação e oração melhoram a capacidade do cérebro de se opor aos processos da doença.

Por outro lado, também pode ser demonstrado que ambas as técnicas de retirada são úteis para retardar e até reverter a degradação cerebral específica da idade.

Da mesma forma, pode-se notar que a meditação e a oração podem aumentar partes do cérebro que foram diminuídas como resultado das neurotoxinas envolvidas no consumo de substâncias químicas.

Estes resultados serão indubitavelmente o resultado do enorme interesse que este ramo científico desperta cada vez mais entre os especialistas.

Texto traduzido da página  https://www.tendencias21.net/La-neuroteologia-desvela-los-beneficios-de-la-meditacion-y-la-oracion_a2938.html 

Orações Quânticas em PDF: E-book em PDF com 234 páginas vai lhe ensinar a orar de uma forma diferente. Clique Aqui e Confira!

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *